“Leva a miúda, para mim tanto faz” – A história de uma filha portuguesa marcada pela traição materna e a busca pelo perdão
Aos sete anos, ouvi a minha mãe dizer ao meu pai que eu podia ir com ele, como se eu fosse um móvel velho. Cresci com a ferida aberta da rejeição, tentando entender como alguém que me deu a vida pôde virar-me as costas. Agora, adulta, questiono se é possível perdoar quem nos traiu tão profundamente.