Fugir para o Trabalho: O Refúgio de uma Mulher Portuguesa

Fugir para o Trabalho: O Refúgio de uma Mulher Portuguesa

Fugi para o trabalho para escapar ao meu marido, à sua frieza e às discussões constantes. No escritório, encontrei um abrigo temporário, mas a dor e o vazio seguiam-me para onde quer que fosse. No fim, questiono-me se terei coragem para mudar o rumo da minha vida.

Ficar Até Tarde: Entre o Medo e o Silêncio

Ficar Até Tarde: Entre o Medo e o Silêncio

Sempre fui aquela que ficava até tarde no escritório, mergulhada em tarefas que nem eram minhas. O lar, que deveria ser refúgio, tornou-se prisão por causa do desprezo do meu marido, Rui. Fugi do confronto, mas a fuga só adiou o inevitável: encarar o vazio e a dor de não ser respeitada.

Ficar Até Tarde: Entre o Medo e o Silêncio

Ficar Até Tarde: Entre o Medo e o Silêncio

Sempre me perguntei quando foi que a minha casa deixou de ser um lar. O escritório tornou-se o meu refúgio, onde me escondia do olhar frio do Rui, meu marido, e da ausência de respeito que corroía tudo à volta. Nesta história, partilho como o medo do confronto e a solidão me empurraram para longe de mim mesma, até ao dia em que já não pude mais fugir.