“Mãe, não aguento mais!” – O dia em que fugi de casa e deixei tudo para trás
Naquela manhã, deixei um bilhete ao António e fui embora. Senti-me invisível durante anos, sufocada entre as exigências da família e o silêncio do meu próprio sofrimento. Agora, questiono se algum dia serei compreendida e se existe perdão para quem escolhe cuidar de si primeiro.