“Se a tua mãe pode viajar um mês, então eu também posso!” – A revolta de uma esposa portuguesa contra os papéis familiares
Tudo começou numa manhã tensa, quando, com a mala na mão, enfrentei o olhar incrédulo do meu marido. Durante anos, fui a esposa submissa, a nora obediente, a mulher invisível – até que decidi que também tinha direito a existir para além das paredes da nossa casa. Esta é a história de como aprendi a lutar por mim, mesmo quando todos – até eu própria – já tinham desistido.