O preço do sangue: entre o dever e o perdão
Desde o dia em que fiz dezoito anos, o meu pai, António, exigiu que eu pagasse renda para continuar a viver em casa. Vivi anos a lutar sozinha, sentindo-me rejeitada e traída, até que, já adulta, ele apareceu à minha porta, velho e sem dinheiro, esperando que eu o acolhesse. Nesta história, partilho o peso das escolhas, as feridas da família e o dilema entre o dever e o perdão.