Nunca pensei que teria de fingir-me de morta para sobreviver – A minha luta contra a violência doméstica numa família portuguesa

Nunca pensei que teria de fingir-me de morta para sobreviver – A minha luta contra a violência doméstica numa família portuguesa

Chamo-me Ana Martins, tenho cinquenta e oito anos e nunca imaginei que a minha sobrevivência dependeria da minha capacidade de fingir estar morta. Deitada no chão frio da cozinha, com sangue nos lábios, ouvi o meu marido, Manuel, convencer-se de que me tinha matado. Esta é a história de como fugi da violência doméstica e me reencontrei numa pequena vila portuguesa.

A voz que ninguém ouve: a história da minha avó Marta

A voz que ninguém ouve: a história da minha avó Marta

Sou Inês e esta é a história da minha avó Marta, uma mulher de coragem que, após perder o meu avô, ficou mergulhada num silêncio que ninguém parecia querer escutar. Lutei contra a indiferença dos meus pais e da família, tentando dar-lhe o carinho e a atenção que merecia. Nesta narrativa, partilho as dores, os conflitos e a esperança de que, um dia, alguém se disponha a ouvir de verdade.

No Dia do Meu Casamento, Encontrei a Paz Que Sempre Procurei

No Dia do Meu Casamento, Encontrei a Paz Que Sempre Procurei

No dia do meu casamento, tudo parecia desmoronar à minha volta. Entre discussões familiares e dúvidas profundas, foi a fé que me trouxe serenidade e clareza. Esta é a história de como um momento de oração mudou o rumo do dia mais importante da minha vida.